quinta-feira, 30 de abril de 2009
Sunday.
O sobriu é conseguir não pensar
quando tudo está distante a vida perturba
porque é dificil acordar na manhã de domingo
Porque é facil dormir na manhã de domingo
o mundo gira e seus sonhos morrem
ele me fala mentiras que me fazem pensar
Domingo eu não acredito em nada
ele pula nas minhas costas e me faz dar 10 passos
sorrimos porque tudo é mentira
porque é dificil acordar na noite de domingo
porque é facil dormigo na noite de domingo
tudo é real?
ele não diz que tudo é real
O real é apavorante
Quando ele me abraça e me diz pra ficar calmo
é ai que eu fico nervoso
porque domingo tudo é mentira.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Nada Novamente
Estou feliz como o preto é preto
Eu sinto os reflexos dos vidros
Palavras são palavras
Nada dito significa nada
Eu preciso de uma realidade nova
Meu sentimentalismo matou o amor
Eu aperto o gatilho ao toque da pele
Nada começa quando se acaba
Nada novamente
E eu vivo de lembranças
Eu penso em sobreviver algumas noites
Só para escuta a mesma porra de musica
Eu não quero nada
Mas eu quero tudo
Eu vivo de curas
Porque não há nada que me importe
Mas eu me sinto bem
Não feliz
Porque umas horas não são nada
O mundo é real
E o real me apavora.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Complicate It.
Complicate It
Eu ligo de viver às vezes
Acordar e saber que o medo é real
Eu sinto que não sou eu quem vivo por mim
É complicado quando sou eu que apareço
Alguém disse que eu não ligo
Eu tento entender tudo
Quando alguém só vê a distancia
Eu vejo que a partir dela nem existe nada
Eu não ligo para as complicações
Eu vivo a partir delas
Eu não sei nada sobre mim
Eu vivo se você não viver
Eu não preciso de motivações
É fácil acordar pra realidade quando alguém te acorda
Todas as manhãs eu nem existo
É difícil acabar com os zumbis que me perseguem
Eu vivo por viver
Eu fujo de mim mesmo
Eu não ligo pras complicações
Elas sempre me cortaram
Eu nem as reparo mais
Eu apenas não ligo...
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Luzes Desligadas.
Luzes Desligadas
Corpos densos, cama densa, olhos densos...
Não existe um amor inculto
Todo suor que corre nas suas costas não significam nada
Eu sinto toda sensação pós-terror do amor
Eu desligo as Luzes por mim
Eu finjo coisas pra você não descobrir
É significativo de mais amar?
Eu preciso de dois versos
Eu desligo as luzes
Você desliga as luzes
Eu preciso de uma insanidade
Eu preciso de algo que me signifique.
domingo, 19 de abril de 2009
Sinta-se à vontade
Sinta-se à vontade
É perturbadora a impaciência. Quando sua vontade não prevalece, quando sua angustia é que toma todo o lugar. Sua incondicional estrutura de palavras não toma formas, é sua capacidade de afirmação da sua vontade não se afirma. Quando suas “merdas” são tudo o que você faz, você apenas não chega á mais um limite seu, um limite interurbano, e entra num conflito crônico com suas atitudes.
Você nunca sabe o que se deve fazer, mas assume num começo todo um entre laço como, por exemplo, de duas vidas, se assume um compromisso fardado a sinceridade, mas normalmente na pratica fardado a falhas, somos humanos, fazemos nossas escolhas, mas seria justo uma pessoa sofrer por outra? Seria certa tanta experiência de vida numa vida infantil? Ou seria apenas mais um erro humano? Escolhas minhas nunca foram suas, escolhas suas normalmente são baseadas em um conjunto de escolhas, em geral talvez eu diga...
É um fardo, mas um verdadeiro fardo.
Mesmo que pedíssemos uma sinceridade, que déssemos vontade a esse sentimentos, implorássemos para que se sinta á vontade, no fim, a mentira sempre prevalece.
E juramos, e juramos, e na verdade nunca juramos.
sábado, 18 de abril de 2009
RIP.

RIP.
É difícil dizer sobre isso
Toda a agonia de um dia volta
Era tão importante pra mim aquele bom dia amigo
Ninguém disse que era injusto
Ninguém me disse como se preparar para isso
Não me diga que eu preciso viver
Ela tinha o sorriso mais feliz do mundo
E alguém se importa se eu pirar?
É mais fácil desistir do mundo sem ela
Eu preciso do abraço e do "não faça isso amigo"
Ninguém me disse que seria difícil
Ninguém me disse que seria fácil
Simplesmente ninguém me disse nada
Dizem que eu preciso dar força ao mundo
Mas o mundo já tomou toda a minha força
Alguém se importa se eu pirar?
Eu preciso de uma mente nova
Eu preciso de um instinto novo
Eu não preciso viver sem ela.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
O Faminto.
O Faminto
Eu não preciso que me diga que me ame mais
Eu só finjo que acredito nas suas verdades
Eu tenho tanta vontade de te matar e de te amar
Eu sinto saudade do que não existiu
Eu acredito no que eu sinto
E eu sinto que já foi tarde pra você desistir
Eu lamento que seja assim
Lamento por mim
Porque que quem sente é que se dói
Eu não sinto minha mente
Porque ela se foi junto com a saudade
Mas a única raiva que eu sinto é poluente pelo fato de
Você nem ao menos dizer adeus
Você se foi
E eu ligo
Porque todo amor oculto que eu tinha
Foi depositado em você
Minha vontade de gritar é tão infame
Que eu nem grito
Minha vontade de viver
É tão promiscua que eu nem sei o que se passa em minha mente
Meu desejo de amar se torna minha monotonia
E tudo o que você me disse e não prometeu
Nem pronunciou
Nem supôs
Mas eu te amo como um coração fraco ama ao outro
Eu te amo como um amor não desiste do outro
E eu te odeio como uma desilusão é desiludida.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Sentindo-me bem.
Sentindo-me bem
Dia frio, tarde fria, noite fria...
Nada pra pensar, nada pra fazer...
Nenhuma dor, nenhum amor...
Não se sente nada, nada...
Eu procuro a minha mente
Eu procuro um sorriso
Cama quente, olhos vazios...
O coração não pulsa
Tédio ambulante
Procura o vazio que aqui também não esta
Ele deve estar fugindo da felicidade
Ou em qualquer lugar
Ligo a Tv, Ligo o Radio...
Barulho infernal num apartamento vazio
Quem precisa de vida?
Andam dizendo que eu preciso sair de casa
Caminhar sobre ruas escuras, e fingir uma felicidade...
Eu não acredito em vidas
Eu nem acredito no que a tv diz
Nada acaba, nada começa...
Nada começa, nada acaba...
Nada acaba, nada começa...
Nada começa, nada acaba...
Nada...
Love's Gone.
Eu cansei de esperar a espera
Eu não posso dizer que não sinto falta de sentir saudades
Mas, serei eu um tolo se continuar
eu não posso dizer que o problema está se ele não existe
Eu quero ser seu amigo mas até este sentimento me machuca
Semanas são semanas, e o amor sem amor não dura semanas
o amor acabou
o amor, um amor... quem precisa
quem quer?
Eu queria tanto nunca dizer isso
Mas, seria você agora quem iria sofrer se não te disse-se a verdade
a dor doi
e eu também sofreria ao te ver sofrer
e isso é tudo
o amor acabou
o amor, um amor... quem precisa?
amor... quem quer?
domingo, 12 de abril de 2009
Juny, 12Th

12 de Junho
escute seus gritos internos, é.. ele não te ama
desencane você nem precisa dele
qual foi a desculpa dessa vez?
e você nem se importa, mas implora?
você é mais forte que isto
ninguem depende de ninguem
suas duas mãos fazem o trabalho por você
12 de junho, estupido, não?
ele mente, você não acredita
mas aceita?
escute seu grito interno, se de conta que já chegou ao fim!
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Perdoando a vida.
Lutamos para morrer...
“Choramos ao nascer porque chegamos a este imenso cenário de dementes” - William Shakespeare.
Se arrependimento mata-se estaríamos todos mortos dês de nosso primeiro “ar puro”, porque viemos a esse mundo para viver uma vida tão longa ou curta? Para apenas ter o gostinho da vitória de ter chego primeiro ao ventre? Para saber o que é viver? Ou é apenas um “Milagre de Deus?” Deus teria nos feito para brincar com bonequinhos vivos?
Eu não pensaria assim há algumas semanas...
Chega ser estúpido falar de religião, algo tão fútil e não sustentável, me coroe por dentro tentar entender uma religião, as pessoas normalmente se apegam a coisas para viver, e para que viver? Temos medo da vida, mas tememos a morte. Nosso pseudo conjunto cerebral é contraditório, nem nós sabemos o que queremos. E essa é minha própria sina.
Vivo porque não se á escolha, vivo com o medo da morte, e medo da vida. Vivo com o coração a cada dia cheio de medo, cheio de dor e solidão. Não existo para afogar magoas num livro, vivo porque sou um idiota, vivo porque venci a corrida da vida, e meu premio é a desilusão de um mundo que ninguém me prometeu. Como pode um membro saber que não é um membro, como pode um coração saber que não é um coração, e eu não saber quem sou eu, quem eu serei ou fui.
Minha vivencia está em mim, nas escolhas que eu faço. Logo tudo torna “Eu”. O “Eu” é corrompido, cheio de influencias da minha mente. O “eu” é sintético, logo eu me torno sintético. Minhas opiniões são devastadas de sonhos, e conquistas não minhas, de estórias não minhas, de uma vida e de um “eu” que não sou eu. Minha vaga lembrança de quem eu achava que era morreu. E eu me perdôo por ter me assassinado, assassinado minha lembrança, minha fútil lembrança fora do controle que eu nunca viera a tentar controlar. A minha sede me tomava, e tudo em que eu acreditava era um disfarce para a mentira.
Minha voz, não tinha voz. E nada do que existia foi real. Mas na minha mentira eu era feliz, já não posso dizer mais o mesmo, quando tudo é real é monstruoso, apavorante. Hoje em dia eu não me arrependo de ter entendido a realidade, minha verdade está em mim, no que eu acredito, no que eu “vivo”.
Meu único medo é a desilusão.
Eu temo vive-la novamente, nunca mais haveria uma inocência macabra, da minha “insanidade” realizadora. Meu ponto fraco é a vida, a vida que não á em mim, a vida que não existe sobre a vida, de toda a confiança pós-terror que me foi colocada quando criança, de tudo o que me foi ensinado, que hoje na minha vivencia não é o certo, nas minhas escolhas essa ordem que foi dada é totalmente contraditória, e eu não posso viver em um conflito crônico comigo mesmo! Minha raiva não polui minha mente, não polui minha massa cefálica que criada por pelo Sr. Jepeto (Pinóquio) não me corrompe, não me receia de qualquer poder.
O “eu” sintético volta para as minhas esperanças, perdoando a vida de modo que ela não se culpe, eu o “eu” real de mim, me perdoa, perdoa minha vida, perdoa minha vida de moto sensato, de modo que fizessem as pazes permanentemente, minha dor se afoga na ilusão critica das minhas palavras, insaciáveis palavras.
Quanto a minha dor...
Afoga-se na esmola que a vida deixa para trás, ajoelhasse pedindo a morte que nunca lhe foi dada, agoniza todos os dias esperando o envelhecimento da vida, curta e tenebrosa. Solidão escrava da vida, e da morte...
terça-feira, 7 de abril de 2009
Menino Distinto.
Menino Distinto
Eu tenho minhas opiniões
Eu tenho minhas opiniões corrompidas
Eu vou a escola estudar de vez enquanto
Eu decidi ficar encima do muro
Eu divido minhas opiniões com quem eu converso
Vamos ver suas partes intimas?
Eu fecho os olhos quando você não esta olhando
Eu quero te corromper
Eu sou o senhor delicado
Eu sou a mentira em pessoa
Oh, eu vou ler um livro...
Eu sou um conto de fadas
Aquele príncipe que você espera quando não tenho mais ninguém
Eu vou corromper seu cérebro
Eu vou corroer suas membranas
Eu vou dizer a verdade, eu nem preciso de você!
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Carta de Amor (Seu Admirador nada secreto).
Quando você fala comigo eu tenho aquela sensação que só você sabe qual é
Eu quero tanto segurar sua mão e poder dizer tudo, tudo o que eu guardo pra mim!
Eu amo quando você inventa rimas pra mim
Eu me sinto tão bobo
Mas no fim eu sempre me obrigo a abrir os olhos
Porque não existe nada mais forte que minha baixa segurança
Mas você me promete tantas coisas
E diz que gosta de mim, e que eu te faço bem.
Eu também prometo que meu coração é só seu
E diferente agora
Porque você ainda não abriu os olhos
E eu não quero que você abra
Mas um dia você ira abri-los, eu sei!
Eu quero mais que seu corpo
Eu nem nunca pensei nessas coisas
Porque eu realmente gosto de você
Porque você faz meus olhos brilharem
E faz sair aquela aparência de tristeza dos meus olhos
Eu realmente sinto saudades quando você não está
Ninguém é perfeito...
Você deveria saber disso antes de desistir de tudo
Eu sou o certo
Mas talvez para você seja duvidoso
Eu preferia dizer coisas românticas quando se ouve segurança
Eu não tenho muito para te dar
Mas eu te dou o meu amor...
sábado, 4 de abril de 2009
Romeu, Julieta e o amor...
O amor é a insônia de um sonâmbulo
Amor é instinto, desejo de proteção.
Como uma leoa protege seus filhotes assim é o amor
A cada qual a um caso e que seja o meu caso diferente
É tão perturbadora a psicose que se dá a um endivido ao outro?
Infelizmente não me dito como ao qualquer que seja.
Meu caso é perturbador.
Sinto-me que estou a ser amaldiçoado eternamente
E está é a sina de iguais a mim
Sempre viemos a ter um espaço extra no coração onde para alguns se guarda o amor
E para mim está porta viera a estar decepada
É mórbido saber de amor
Trás-te dor, te traz insanidade!
Nós poderíamos viver felizes com nós mesmos?
Está é uma pergunta que nem o maior dos filósofos poderia responder.
Um outro dia encontro a andar pelo Largo do machado onde vejo um casal a tais acareações, seus olhos irradiava, seus beijos e sorrisos...
Encontrava-se na maior proeza
E me torno a pensar sobre as teorias do amor
Seria concordável uma pessoa depender da outra para ser feliz?
Deus com sua infinita sabedoria teria nos feitos inteiros e nos partidos pela metade para que possamos nos encontrar por nós mesmos?
E quando se erra?
E quando se sofre?
E quando se á estas perguntas?
A felicidade parte, e a agonia e a dor vem moralizar.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Menino Problema.
eu me rendo
mas você nunca saberá o que eu sinto por dentro
eu me seguro muito para não gritar
e você diz que me ama
meus olhos são tristes
e minha alma é suja
meus sentimentos correm como de um garoto problema.
Seu Pseudo-carinho é isolante
me faz sentir tão bem
quem sabe o que a realidade nos guarda
eu queria não ter tanto medo assim
Os segundos de segurança são tão poucos
eu me faço acreditar no que meu coração diz
eu não posso dizer toda a verdade
a realidade se agarra em mim como um garoto problema.