quarta-feira, 15 de abril de 2009

O Faminto.



O Faminto

Eu não preciso que me diga que me ame mais
Eu só finjo que acredito nas suas verdades
Eu tenho tanta vontade de te matar e de te amar
Eu sinto saudade do que não existiu
Eu acredito no que eu sinto
E eu sinto que já foi tarde pra você desistir
Eu lamento que seja assim
Lamento por mim
Porque que quem sente é que se dói
Eu não sinto minha mente
Porque ela se foi junto com a saudade
Mas a única raiva que eu sinto é poluente pelo fato de
Você nem ao menos dizer adeus
Você se foi
E eu ligo
Porque todo amor oculto que eu tinha
Foi depositado em você
Minha vontade de gritar é tão infame
Que eu nem grito
Minha vontade de viver
É tão promiscua que eu nem sei o que se passa em minha mente
Meu desejo de amar se torna minha monotonia
E tudo o que você me disse e não prometeu
Nem pronunciou
Nem supôs
Mas eu te amo como um coração fraco ama ao outro
Eu te amo como um amor não desiste do outro
E eu te odeio como uma desilusão é desiludida.

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