sábado, 4 de abril de 2009
Romeu, Julieta e o amor...
O amor é a insônia de um sonâmbulo
Amor é instinto, desejo de proteção.
Como uma leoa protege seus filhotes assim é o amor
A cada qual a um caso e que seja o meu caso diferente
É tão perturbadora a psicose que se dá a um endivido ao outro?
Infelizmente não me dito como ao qualquer que seja.
Meu caso é perturbador.
Sinto-me que estou a ser amaldiçoado eternamente
E está é a sina de iguais a mim
Sempre viemos a ter um espaço extra no coração onde para alguns se guarda o amor
E para mim está porta viera a estar decepada
É mórbido saber de amor
Trás-te dor, te traz insanidade!
Nós poderíamos viver felizes com nós mesmos?
Está é uma pergunta que nem o maior dos filósofos poderia responder.
Um outro dia encontro a andar pelo Largo do machado onde vejo um casal a tais acareações, seus olhos irradiava, seus beijos e sorrisos...
Encontrava-se na maior proeza
E me torno a pensar sobre as teorias do amor
Seria concordável uma pessoa depender da outra para ser feliz?
Deus com sua infinita sabedoria teria nos feitos inteiros e nos partidos pela metade para que possamos nos encontrar por nós mesmos?
E quando se erra?
E quando se sofre?
E quando se á estas perguntas?
A felicidade parte, e a agonia e a dor vem moralizar.
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